ENSAIOS
O conservadorismo sabe bem aquilo que rejeita. Mas sabe o que defende? Para Mises, combater o socialismo não bastava: sem colocar a propriedade privada no centro, slogans como “governo limitado”, “federalismo” e “descentralização” podiam servir quase qualquer programa político.
Neste famoso ensaio de 1936, Albert Jay Nock explica por que razão o profeta não fala para conquistar as massas, mas para se dirigir ao Remanente: essa pequena e obscura minoria capaz de reconhecer a verdade e a preservar, quando tudo se desmorona.
Uma resposta crítica ao consequencialismo de Olav Dirkmaat, em defesa da teoria libertária do direito natural e da Ética da Argumentação de Hans-Hermann Hoppe.
Sem estatísticas governamentais, o estado ficaria seriamente limitado na sua capacidade de justificar o intervencionismo. Se, por exemplo, o governo não recebesse quaisquer estatísticas acerca da ferrovia, como poderia sequer começar a regular as tarifas dos caminhos-de-ferro, as finanças das companhias ferroviárias e os demais assuntos relacionados?
Nesta palestra proferida na Property and Freedom Society, Saifedean Ammous explica por que raiz do conflito palestiniano-israelita é a negação dos direitos de propriedade. O conflito religioso e racial não é uma inevitabilidade na Palestina; historicamente, as ocorrências são raras. No entanto, o sistema de direitos de propriedade vigente no território criaria um conflito violento em qualquer parte do mundo.
O estado vive de coerção: confisca riqueza produtiva, legaliza o que seria crime em qualquer outro contexto e transforma a minarquia apenas na antecâmara do totalitarismo.
De teorias falsas sobre emprego, dinheiro e juro, Keynes destilou uma teoria do capitalismo extraordinariamente errada e a visão de um paraíso socialista erigido a partir de moeda de papel. Além disso, Keynes não ofereceu qualquer teoria da estagnação. Limitou-se a dar um nome pejorativo a um fenómeno perfeitamente normal, como a queda dos preços, de forma a encontrar mais um pretexto para os seus próprios esquemas inflacionistas.
Aqueles que acreditam na economia de mercado livre e desimpedida devem ser especialmente cépticos em relação à guerra e à acção militar. A guerra, afinal, é o programa governamental por excelência.