Os estatistas denunciam a autodefesa como “vigilantismo”, declarando que apenas os serviços de “defesa” prestados pelo Estado são legítimos. No entanto, a autodefesa sempre foi um direito fundamental.
Artigos e Ensaios
Os economistas consideram a probabilidade central para a análise económica, mas, como escreveu Ludwig von Mises, a acção económica envolve acontecimentos únicos e intencionais, e não acontecimentos aleatórios.
A. Mitchell Innes — pioneiro do cartalismo — escreveu um opúsculo, «What Is Money?» (1913), que encontrou em J. M. Keynes um leitor receptivo, crédulo e ideologicamente alinhado.
Cada crise económica provocada pelo dinheiro fácil traz consigo uma «solução» de… ainda mais dinheiro fácil. Este padrão não constitui apenas uma ameaça à economia, mas à própria liberdade.
No passado dia 8 de Janeiro, o Professor Jörg Guido Hülsmann proferiu uma palestra no âmbito do lançamento da tradução portuguesa do seu mais recente livro.
Sessão em inglês, no Grémio Literário.
A resistência, mesmo dos mais humildes, ao poder do estado é uma oferta preciosa ao Rei dos Reis.
Anxo Bastos reflecte sobre o Natal: Tradição, mercado e liberdade contra a apropriação política das festas e dos seus símbolos.
A própria existência do estado-nação moderno, bem como a ideologia que o acompanha, é antitética à diversidade linguística.
A economia mainstream está obcecada em “maximizar” as chamadas funções de utilidade e em descobrir a ubíqua “curva de utilidade social”. O Dr. David Gordon desmonta esta fixação pela “utilidade”.
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Tu ne cede malis, sed contra audentior ito
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