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Artigos e Ensaios

Compelir o bem destrói a sua natureza moral. Quando o Estado força a virtude, retira liberdade e responsabilidade. Como advertia C. S. Lewis, a tirania exercida “para nosso bem” pode ser a mais opressiva de todas.

Na «Teoria Humanitária da Punição», C. S. Lewis alerta: quando a justiça abandona o merecimento e se torna terapia, a liberdade cede à tutela. Punir deixa de ser acto moral e torna-se instrumento de poder.

Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.

Muitos progressistas acreditam que certos tipos de discurso, aquilo a que chamam “discurso de ódio”, deveriam estar sujeitos a sanções penais, incluindo pena de prisão. Murray Rothbard compreendeu que tais leis destruiriam as próprias liberdades.

Os estatistas denunciam a autodefesa como “vigilantismo”, declarando que apenas os serviços de “defesa” prestados pelo Estado são legítimos. No entanto, a autodefesa sempre foi um direito fundamental.

Os economistas consideram a probabilidade central para a análise económica, mas, como escreveu Ludwig von Mises, a acção económica envolve acontecimentos únicos e intencionais, e não acontecimentos aleatórios.

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Tu ne cede malis, sed contra audentior ito

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