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O passatempo popular das democracias modernas de punir os diligentes e poupados, ao mesmo tempo que recompensam os preguiçosos, imprevidentes e pródigos, é fomentado pelo estado, concretizando um programa demo-igualitário assente numa ideologia demo-totalitária.

O populismo rothbardiano propõe uma táctica anti-elite e pró-liberdade: mobilizar maiorias contra o estatismo, desmascarar as elites e apostar na descentralização — sem ceder à ilusão do “mal menor”.

Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.

Tu ne cede malis, sed contra audentior ito

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