Quanto mais decisões são centralizadas, menos espaço resta para a diversidade institucional e para o autogoverno. Muitas das divisões mais profundas da sociedade são agravadas, não pelas diferenças, mas pela concentração do poder.
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À medida que a tecnologia e a inteligência artificial se tornam mais sofisticadas, é comum acreditar-se que também estão a eliminar a incerteza. Nada poderia estar mais longe da verdade.
É popular supor que o colonialismo explica a maior parte das dinâmicas actuais dos países em desenvolvimento. Mas e se forem, na verdade, as instituições pré-coloniais os verdadeiros factores decisivos?
Economistas como Harold Demsetz e Ronald Coase fundamentaram as suas concepções dos direitos de propriedade no utilitarismo. Murray Rothbard fundamentou as suas na justiça.
A recente encíclica do Papa Leão sobre a Inteligência Artificial faz algumas observações pertinentes, mas também tem algumas fragilidades. A subsidiariedade, e não a regulação, é a única resposta coerente face ao risco da concentração de poder.
Tu ne cede malis, sed contra audentior ito
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