Há mais de 1.700 anos, o imperador Diocleciano tentou combater a inflação com controlos de preços, penas severas e perseguição a “especuladores”. Murray Rothbard relembra este episódio histórico para mostrar como governos continuam a repetir os mesmos erros monetários e económicos.
Boletim
Não há maior escravo do que quem julga ser livre. O libertário pode viver sob o Estado, mas recusa a sua legitimidade — e é nessa lucidez que começa, verdadeiramente, a liberdade.
Não é a vida que está mais cara. É o dinheiro que vale menos. Chamam-lhe inflação “normal” para esconder um facto simples: estão a empobrecer-te de forma lenta, previsível e conveniente.
Para Hoppe, o libertarianismo exige abolir o estado e Banco Central. Milei usou a retórica como marketing eleitoral, mas ao manter o Banco Central, ceder ao FMI e negociar, tem provado ser apenas mais um político do sistema.
É importante notar que os estados e aquilo que conhecemos como impostos emergiram gradualmente através da guerra, da conquista, da pilhagem e do tributo. Embora a organização tenha mudado e se tenha formalizado ao longo do tempo, os estados e os impostos não perderam o seu carácter coercivo.
Tu ne cede malis, sed contra audentior ito
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