Pode parecer invulgar que um economista fale de cultura. Normalmente, falamos de preços e de produção, de quantidades produzidas, de emprego, da estrutura da produção, de recursos escassos, e de empreendedorismo.
Nós, libertários, podemos ser antiestado, mas não somos, de forma alguma, antisociais ou avessos ao mundo real, por mais contaminado que ele possa estar.
A praxeologia, segundo Mises, estuda a ação humana intencional e seus meios e fins subjetivos. A cataláxia, derivada dessa ciência, analisa o mercado como uma ordem espontânea, fruto da interação entre indivíduos que trocam bens e informações, determinando preços e coordenação social sem controle centralizado.