Uma resposta crítica ao consequencialismo de Olav Dirkmaat, em defesa da teoria libertária do direito natural e da Ética da Argumentação de Hans-Hermann Hoppe.
Ensaios
Sem estatísticas governamentais, o estado ficaria seriamente limitado na sua capacidade de justificar o intervencionismo. Se, por exemplo, o governo não recebesse quaisquer estatísticas acerca da ferrovia, como poderia sequer começar a regular as tarifas dos caminhos-de-ferro, as finanças das companhias ferroviárias e os demais assuntos relacionados?
Nesta palestra proferida na Property and Freedom Society, Saifedean Ammous explica por que raiz do conflito palestiniano-israelita é a negação dos direitos de propriedade. O conflito religioso e racial não é uma inevitabilidade na Palestina; historicamente, as ocorrências são raras. No entanto, o sistema de direitos de propriedade vigente no território criaria um conflito violento em qualquer parte do mundo.
O estado vive de coerção: confisca riqueza produtiva, legaliza o que seria crime em qualquer outro contexto e transforma a minarquia apenas na antecâmara do totalitarismo.
De teorias falsas sobre emprego, dinheiro e juro, Keynes destilou uma teoria do capitalismo extraordinariamente errada e a visão de um paraíso socialista erigido a partir de moeda de papel. Além disso, Keynes não ofereceu qualquer teoria da estagnação. Limitou-se a dar um nome pejorativo a um fenómeno perfeitamente normal, como a queda dos preços, de forma a encontrar mais um pretexto para os seus próprios esquemas inflacionistas.
Tu ne cede malis, sed contra audentior ito
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