Paulo Jorge Cruchinho

Paulo Jorge Cruchinho

Artigos e Ensaios

Bourne definiu a guerra como a manifestação suprema do Estado, o acto máximo de «um grupo nos seus aspectos agressivos».

Aqueles que acreditam na economia de mercado livre e desimpedida devem ser especialmente cépticos em relação à guerra e à acção militar. A guerra, afinal, é o programa governamental por excelência.

O populismo rothbardiano propõe uma táctica anti-elite e pró-liberdade: mobilizar maiorias contra o estatismo, desmascarar as elites e apostar na descentralização — sem ceder à ilusão do “mal menor”.

Na esteira da Primeira Guerra Mundial, o Papa Pio XI recordou aos seus leitores que os governos instituídos pelos homens nunca podem ser perfeitos, e nem sequer podem ser bons se negligenciarem a lei natural.

Enquanto mito, o conceito de Estado de direito é simultaneamente poderoso e perigoso. O seu poder deriva do seu grande apelo emocional.

Um mercado verdadeiramente livre é totalmente incompatível com a existência de um Estado, uma instituição que se arroga a defesa da pessoa e da propriedade ao mesmo tempo que subsiste da coerção unilateral contra a propriedade privada conhecida como tributação.

George H. Smith substitui “direitos processuais” por procedimentos derivados da não-agressão, em que agências de justiça assumem o risco restitutório e sinalizam publicamente que a força usada é reparadora, não invasiva.

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Tu ne cede malis, sed contra audentior ito

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