O populismo rothbardiano propõe uma táctica anti-elite e pró-liberdade: mobilizar maiorias contra o estatismo, desmascarar as elites e apostar na descentralização — sem ceder à ilusão do “mal menor”.
Paulo Jorge Cruchinho
Artigos e Ensaios
Na esteira da Primeira Guerra Mundial, o Papa Pio XI recordou aos seus leitores que os governos instituídos pelos homens nunca podem ser perfeitos, e nem sequer podem ser bons se negligenciarem a lei natural.
O constitucionalismo dá-nos a expectativa de uma governação segundo regras que todos — desde os governados até aos governantes — se espera que obedeçam. Mas o que acontece se aqueles que governam se isentarem dessas regras?
A democracia moderna concentra o poder e destrói a autodeterminação individual. Só a soberania do indivíduo pode restaurar a verdadeira liberdade e o autogoverno.
Enquanto mito, o conceito de Estado de direito é simultaneamente poderoso e perigoso. O seu poder deriva do seu grande apelo emocional.
Um mercado verdadeiramente livre é totalmente incompatível com a existência de um Estado, uma instituição que se arroga a defesa da pessoa e da propriedade ao mesmo tempo que subsiste da coerção unilateral contra a propriedade privada conhecida como tributação.
George H. Smith substitui “direitos processuais” por procedimentos derivados da não-agressão, em que agências de justiça assumem o risco restitutório e sinalizam publicamente que a força usada é reparadora, não invasiva.
O globalismo político ostenta a assinatura inconfundível de uma democracia oligarquizada. Independentemente de como votemos, uma pequena elite consegue impor a sua vontade nas questões centrais.
Há um tema recorrente na discussão com libertários: os não-libertários quase inevitavelmente qualificam as nossas ideias de infantis e falam-nos num tom condescendente. Numa palavra, tornam-se paternalistas.
No Ocidente, os «estados tributários» sob os quais vivemos actualmente são instituições relativamente modernas, que se desenvolveram a partir dos governos civis não-estatais que os antecederam, que geralmente não eram financiados principalmente por impostos.
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Tu ne cede malis, sed contra audentior ito
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