Uma recensão do livro do Dr. Shawn Ritenour: “Foundations of Economics: A Christian View”.
Artigos e Ensaios
Oportunidade para ver e rever as fantásticas intervenções de mais de uma dezena de palestrantes!
Quanto mais decisões são centralizadas, menos espaço resta para a diversidade institucional e para o autogoverno. Muitas das divisões mais profundas da sociedade são agravadas, não pelas diferenças, mas pela concentração do poder.
Uma resposta crítica ao consequencialismo de Olav Dirkmaat, em defesa da teoria libertária do direito natural e da Ética da Argumentação de Hans-Hermann Hoppe.
À medida que a tecnologia e a inteligência artificial se tornam mais sofisticadas, é comum acreditar-se que também estão a eliminar a incerteza. Nada poderia estar mais longe da verdade.
É popular supor que o colonialismo explica a maior parte das dinâmicas actuais dos países em desenvolvimento. Mas e se forem, na verdade, as instituições pré-coloniais os verdadeiros factores decisivos?
Sem estatísticas governamentais, o estado ficaria seriamente limitado na sua capacidade de justificar o intervencionismo. Se, por exemplo, o governo não recebesse quaisquer estatísticas acerca da ferrovia, como poderia sequer começar a regular as tarifas dos caminhos-de-ferro, as finanças das companhias ferroviárias e os demais assuntos relacionados?
Economistas como Harold Demsetz e Ronald Coase fundamentaram as suas concepções dos direitos de propriedade no utilitarismo. Murray Rothbard fundamentou as suas na justiça.
Uma oportunidade imperdível em Portugal. Um evento histórico!
A recente encíclica do Papa Leão sobre a Inteligência Artificial faz algumas observações pertinentes, mas também tem algumas fragilidades. A subsidiariedade, e não a regulação, é a única resposta coerente face ao risco da concentração de poder.
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Tu ne cede malis, sed contra audentior ito
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