O estado moderno não obtém o seu poder do consentimento dos governados. Ao invés, fabrica crises e depois recorre à coerção para exigir obediência, manufactura o caos até que se implore por grilhões.
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Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.
O constitucionalismo dá-nos a expectativa de uma governação segundo regras que todos — desde os governados até aos governantes — se espera que obedeçam. Mas o que acontece se aqueles que governam se isentarem dessas regras?
Será o minarquismo um antídoto para o estatismo e socialismo crescentes que infectam o nosso corpo político? Pense-se nele como um “estatismo light”.
O recente assassinato de Charlie Kirk chamou a atenção para a violência política. Ludwig von Mises, sem surpresa, compreendeu que vincular a moralidade a um estado politizado contribui para criar um clima em que a violência política é predominante.
Nos assuntos humanos normais, acções como mentir, roubar e matar são consideradas imorais e antissociais. No entanto, as pessoas aceitam rapidamente esses mesmos comportamentos por parte de agentes governamentais e chegam mesmo a defender tais acções como «necessárias» para o «bem da sociedade».
Está a ser forçada uma transição energética através de gastos financiados pela dívida, que levarão a preços de energia permanentemente mais elevados e sufocarão a competitividade europeia. Isso não mudará o clima, mas tornará as pessoas mais pobres.
Apesar dos argumentos do presidente Trump e dos seus apoiantes, não existe uma tarifa «ideal». A haver alguma vantagem para os americanos, é a possibilidade de grandes défices comerciais devido ao estatuto do dólar americano como moeda de reserva mundial.
Para vivermos em liberdade, precisamos de perceber e demonstrar ao mundo que a teoria libertária pode ser aplicada de forma incisiva a todos os problemas cruciais do mundo, particularmente o mais vital: a guerra e a paz.
O Estado Social deveria ser um sinal da existência de uma sociedade «compassiva», que cuida de todos. No entanto, essa «compaixão» resultou na proliferação de patologias sociais que minam a própria civilização.