A noção frequentemente ouvida de que os empregadores detêm o maior poder de negociação na relação laboral é uma falácia completa
Browsing: Filosofia e Metodologia
Há mais de um século que os economistas tentam reduzir a economia a uma série de equações matemáticas e análise estatística. Falharam redondamente, mas isso não os impede de continuar no mesmo caminho errado.
Bourne definiu a guerra como a manifestação suprema do Estado, o acto máximo de «um grupo nos seus aspectos agressivos».
À medida que nos embrenhamos nas complexidades da sociedade moderna, torna-se cada vez mais imperativo regressar às obras de Ludwig von Mises.
Os economistas consideram a probabilidade central para a análise económica, mas, como escreveu Ludwig von Mises, a acção económica envolve acontecimentos únicos e intencionais, e não acontecimentos aleatórios.
A. Mitchell Innes — pioneiro do cartalismo — escreveu um opúsculo, «What Is Money?» (1913), que encontrou em J. M. Keynes um leitor receptivo, crédulo e ideologicamente alinhado.
A Escola Austríaca de economia não é uma criação do século XX, nem sequer do século XIX. Pelo contrário, a economia austríaca está enraizada no pensamento lógico tal como desenvolvido por Aristóteles e por Tomás de Aquino.
A economia mainstream está obcecada em “maximizar” as chamadas funções de utilidade e em descobrir a ubíqua “curva de utilidade social”. O Dr. David Gordon desmonta esta fixação pela “utilidade”.
Os economistas mainstream e outros falam do Índice de Preços no Consumidor como a medida da inflação. Todavia, o IPC não é mais do que uma média ponderada de números inseridos numa fórmula arbitrária. É tempo de pôr fim, de uma vez por todas, a esta farsa estatística.
Se é verdade que os preços são sinais que nos permitem adaptar as nossas actividades a eventos e procuras desconhecidos, é evidentemente um disparate acreditar que podemos controlar os preços.