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É importante notar que os estados e aquilo que conhecemos como impostos emergiram gradualmente através da guerra, da conquista, da pilhagem e do tributo. Embora a organização tenha mudado e se tenha formalizado ao longo do tempo, os estados e os impostos não perderam o seu carácter coercivo.

Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.

No Ocidente, os «estados tributários» sob os quais vivemos actualmente são instituições relativamente modernas, que se desenvolveram a partir dos governos civis não-estatais que os antecederam, que geralmente não eram financiados principalmente por impostos.

Uma economia de guerra prioriza o presente, redireccionando os recursos para a produção imediata. O resultado é a destruição da riqueza e o aperto do controlo estatal. A guerra destrói uma economia e um país a partir de dentro.

O lucro monetário não é o único tipo de lucro, mas é essencial num mundo complexo. As habituais admoestações morais bem intencionadas traem uma visão ingénua da moralidade, que ignora as realidades da cooperação social alargada.

Os danos que as tarifas impõem não se limitam ao aumento dos preços para os consumidores. Também provocam enormes distorções nos mercados, prejudicando precisamente o que se pretendia proteger.

O próximo “Fino Sem Imposto” da Students For Liberty é já no próximo dia 20 de Dezembro.