A nobre tarefa do Revisionismo é desenganar: penetrar no nevoeiro de mentiras e enganos do Estado e dos seus Intelectuais da Corte.
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Há dois tipos de nacionalidade. O primeiro, tal como definido por Ludwig von Mises, envolve pessoas unidas por línguas e costumes comuns. O segundo é definido pelo Estado.
O princípio da não-agressão (PNA) e a liberdade negativa não são a mesma coisa. A obra de Isaiah Berlin mostra a diferença fundamental entre ambos.
A recente encíclica do Papa Leão sobre a Inteligência Artificial faz algumas observações pertinentes, mas também tem algumas fragilidades. A subsidiariedade, e não a regulação, é a única resposta coerente face ao risco da concentração de poder.
Os ambientalistas anti-impacto querem-no morto; no entanto, a curto prazo, contentam-se com que se sinta culpado por existir, por produzir e por consumir, e que esteja disposto a aceitar qualquer grau de planeamento central e de restrição da liberdade para “salvar o planeta” de si próprio.
O historiador Ralph Raico, muito conhecido nos círculos austríacos, escreveu que Lord Acton acreditava que os princípios da liberdade tinham raízes religiosas, especialmente na fé católica.
Quando o jurista Richard Posner classificou a Teoria Crítica da Raça (CRT) como tendo um «núcleo lunático», ele estava a ecoar o que Ludwig von Mises havia escrito anos antes sobre o polilogismo. Infelizmente, a CRT agora domina o currículo das faculdades de direito dos EUA.
Mises, praxeologia e “a priori”: a economia austríaca precisa de conceitos racionais além do empirismo para compreender a acção humana e as leis económicas. Debate sobre verdades analíticas versus sintéticas.
Após o papado abertamente anticapitalista do Papa Francisco, questiona-se se o Papa Leão XIV seguirá o seu antecessor ou se conduzirá a liderança da Igreja Católica Romana de volta à liberdade económica e à lei natural. Esperemos que seja a segunda opção.
“A liberdade é um acto de fé em Deus e nas Suas obras.” É assim que Frédéric Bastiat conclui “A Lei”.