Murray Rothbard é um dos maiores nomes da economia austríaca e do libertarianismo. Ao estudar o seu legado, percebemos imediatamente que Rothbard é um gigante sobre cujos ombros os estudiosos do livre mercado deveriam procurar apoiar-se.
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Não há maior escravo do que quem julga ser livre. O libertário pode viver sob o Estado, mas recusa a sua legitimidade — e é nessa lucidez que começa, verdadeiramente, a liberdade.
Uma política externa que procura manter um império global é totalmente incompatível com o sistema de laissez-faire e mercado livre no plano interno que muitos autodenominados libertários de linha dura afirmam apoiar.
Milei abriu as portas ao saque dos recursos argentinos, subordinou o país a interesses estrangeiros e desvirtuou o libertarianismo. Os sinais eram evidentes desde o início — e o resultado está agora à vista.
O sistema de Murray Rothbard foi construído sobre os direitos naturais dos indivíduos, ligando a liberdade à propriedade e à titularidade, e não ao colectivismo.
Carta aberta de Hans-Hermann Hoppe acerca da situação actual do Mises Institute.
A democracia moderna concentra o poder e destrói a autodeterminação individual. Só a soberania do indivíduo pode restaurar a verdadeira liberdade e o autogoverno.
Há um tema recorrente na discussão com libertários: os não-libertários quase inevitavelmente qualificam as nossas ideias de infantis e falam-nos num tom condescendente. Numa palavra, tornam-se paternalistas.
Nós, libertários, podemos ser antiestado, mas não somos, de forma alguma, antisociais ou avessos ao mundo real, por mais contaminado que ele possa estar.
Cartas recém descobertas revelam que Rothbard já era populista na década de 1950, e que sua suposta virada para o populismo na década de 1990 não foi um abandono de suas visões anteriores.