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A janela de Overton revela como ideias “impensáveis” se tornam política. Compreender as estratégias de cada fase é crucial para deslocar o debate e alcançar mudanças sociais duradouras.

O populismo rothbardiano propõe uma táctica anti-elite e pró-liberdade: mobilizar maiorias contra o estatismo, desmascarar as elites e apostar na descentralização — sem ceder à ilusão do “mal menor”.

Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.

Os estatistas denunciam a autodefesa como “vigilantismo”, declarando que apenas os serviços de “defesa” prestados pelo Estado são legítimos. No entanto, a autodefesa sempre foi um direito fundamental.

Cartas recém descobertas revelam que Rothbard já era populista na década de 1950, e que sua suposta virada para o populismo na década de 1990 não foi um abandono de suas visões anteriores.

O recente assassinato de Charlie Kirk chamou a atenção para a violência política. Ludwig von Mises, sem surpresa, compreendeu que vincular a moralidade a um estado politizado contribui para criar um clima em que a violência política é predominante.

Nos assuntos humanos normais, acções como mentir, roubar e matar são consideradas imorais e antissociais. No entanto, as pessoas aceitam rapidamente esses mesmos comportamentos por parte de agentes governamentais e chegam mesmo a defender tais acções como «necessárias» para o «bem da sociedade».