Crédito artificial não cria riqueza: só desloca recursos reais, financiando maus investimentos e reduzindo produtividade, levando a recessão em vez de crescimento.
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Impostos desincentivam investimento e produção, reduzem inovação e empregos, baixam salários reais e provocam fuga de capital e talentos.
Reduzir a complexidade humana a estatísticas globais é ilusório: a verdadeira economia emerge das escolhas individuais e da ordem espontânea, não de agregados fictícios. O confronto entre controlo central e liberdade descentralizada permanece o grande dilema filosófico da ciência económica.
Se é verdade que os preços são sinais que nos permitem adaptar as nossas actividades a eventos e procuras desconhecidos, é evidentemente um disparate acreditar que podemos controlar os preços.
O outrora tão estimado «multiplicador keynesiano» perdeu, felizmente, a sua enorme popularidade. No entanto, o completo absurdo do multiplicador ainda não foi totalmente compreendido.
Resumo do capítulo 4 do livro “Economia numa lição” de Henry Hazlitt, onde é rebatida a falácia da «empregos por si só criam riqueza».
Resumo do capítulo 3 do livro “Economia numa lição” de Henry Hazlitt, onde é rebatida a falácia da «destruição que cria riqueza».
Hayek reflecte sobre a importância do sistema de preços como coordenador das acções humanas, elaborando como a interferência governamental distorce esse mecanismo vital e também acerca dos perigos do socialismo para a sociedade.
Ludwig von Mises expõe as consequências económicas da expansão do crédito por parte do sistema bancário, cuja influência na taxa de juro de mercado leva a incorrectas decisões de investimento que mais tarde ou mais cedo terão de ser saneadas.
Há uma mania persistente, quase obstinada, que recusa morrer mesmo diante da lógica mais evidente.