Nos últimos anos, muitos começaram a ver a verdade sobre a Reserva Federal Americana e os restantes bancos centrais mundiais. É a altura certa para aprofundar o seu conhecimento sobre este tema que tem um impacto tão profundo na vida de todos, sem excepção.
O Capitalismo, baseado no livre mercado e na propriedade privada, gera produtividade, eleva padrões de vida e beneficia principalmente os mais pobres.
George H. Smith substitui “direitos processuais” por procedimentos derivados da não-agressão, em que agências de justiça assumem o risco restitutório e sinalizam publicamente que a força usada é reparadora, não invasiva.
A. Mitchell Innes — pioneiro do cartalismo — escreveu um opúsculo, «What Is Money?» (1913), que encontrou em J. M. Keynes um leitor receptivo, crédulo e ideologicamente alinhado.
Cada crise económica provocada pelo dinheiro fácil traz consigo uma «solução» de… ainda mais dinheiro fácil. Este padrão não constitui apenas uma ameaça à economia, mas à própria liberdade.
Os ambientalistas anti-impacto querem-no morto; no entanto, a curto prazo, contentam-se com que se sinta culpado por existir, por produzir e por consumir, e que esteja disposto a aceitar qualquer grau de planeamento central e de restrição da liberdade para “salvar o planeta” de si próprio.
No passado dia 8 de Janeiro, o Professor Jörg Guido Hülsmann proferiu uma palestra no âmbito do lançamento da tradução portuguesa do seu mais recente livro.
Palestra de Miguel Anxo Bastos proferida em Outubro em Braga, agora disponível online.
A única forma adequada de proceder é através do diálogo. As pessoas podem estar completamente enganadas, mesmo com as melhores intenções. No entanto, não insulte. Refute. Conteste. Não ataque o ponto fraco. Seja paciente.
A Escola Austríaca de economia não é uma criação do século XX, nem sequer do século XIX. Pelo contrário, a economia austríaca está enraizada no pensamento lógico tal como desenvolvido por Aristóteles e por Tomás de Aquino.
Neste episódio vamos falar do lançamento do livro “Abundância, Generosidade e o Estado – Um inquérito aos princípios económicos” de JORG GUIDO HULSMANN e também dos 40 anos de Portugal na União Europeia.
A gratuitidade proporcionada pelo estado não é apenas estéril, mas realmente nociva, exactamente o oposto dos bens gratuitos proporcionados por cidadãos livres e responsáveis. A verdade é que a generosidade e a abundância florescem numa economia livre.