Nos últimos anos, muitos começaram a ver a verdade sobre a Reserva Federal Americana e os restantes bancos centrais mundiais. É a altura certa para aprofundar o seu conhecimento sobre este tema que tem um impacto tão profundo na vida de todos, sem excepção.
O Capitalismo, baseado no livre mercado e na propriedade privada, gera produtividade, eleva padrões de vida e beneficia principalmente os mais pobres.
É importante notar que os estados e aquilo que conhecemos como impostos emergiram gradualmente através da guerra, da conquista, da pilhagem e do tributo. Embora a organização tenha mudado e se tenha formalizado ao longo do tempo, os estados e os impostos não perderam o seu carácter coercivo.
Falámos com a Trácia Valeiras, de Vigo sobre o Colectivo Track e de como esta organização se insere no Movimento Libertário.
A palavra «democracia» é quase sacrossanta na sociedade moderna, e, no entanto, aquilo a que os seus defensores chamam «a nossa democracia» não é o que afirma ser. A verdadeira democracia encontra-se no funcionamento do mercado livre, não nos corredores do poder político.
Como sabemos acerca do mundo exterior — ou da realidade, aliás? De onde provém o nosso conhecimento sobre ele? A tentativa de responder a estas questões conduz à epistemologia, o ramo da filosofia que trata da origem, alcance e validade do conhecimento humano.
Uma política externa que procura manter um império global é totalmente incompatível com o sistema de laissez-faire e mercado livre no plano interno que muitos autodenominados libertários de linha dura afirmam apoiar.
À medida que o sistema médico socialista canadiano se degrada, o governo promove activamente o suicídio assistido por médicos como forma de salvar o sistema, ao mesmo tempo que promove a “morte com dignidade”.
Milei abriu as portas ao saque dos recursos argentinos, subordinou o país a interesses estrangeiros e desvirtuou o libertarianismo. Os sinais eram evidentes desde o início — e o resultado está agora à vista.
Um dos legados do pensamento keynesiano é a crença de que a guerra é “boa para a economia”. Embora a guerra possa gerar emprego, o seu legado global é destrutivo, e até os empregos que “cria” são economicamente indesejáveis.
A noção frequentemente ouvida de que os empregadores detêm o maior poder de negociação na relação laboral é uma falácia completa
Os sindicatos aumentam os salários para alguns, mas à custa de outros. Num mercado competitivo, os salários tendem a reflectir a produtividade. A ideia de “poder de negociação superior” ignora a concorrência, a heterogeneidade do trabalho e os efeitos negativos sobre o emprego.