Sem estatísticas governamentais, o estado ficaria seriamente limitado na sua capacidade de justificar o intervencionismo. Se, por exemplo, o governo não recebesse quaisquer estatísticas acerca da ferrovia, como poderia sequer começar a regular as tarifas dos caminhos-de-ferro, as finanças das companhias ferroviárias e os demais assuntos relacionados?

Economistas como Harold Demsetz e Ronald Coase fundamentaram as suas concepções dos direitos de propriedade no utilitarismo. Murray Rothbard fundamentou as suas na justiça.

A recente encíclica do Papa Leão sobre a Inteligência Artificial faz algumas observações pertinentes, mas também tem algumas fragilidades. A subsidiariedade, e não a regulação, é a única resposta coerente face ao risco da concentração de poder.