Maxfy, Meduza e LotoMaxi c/ Hugo Ramos e Carlos – A Seita Bitcoin #117
Quanto mais decisões são centralizadas, menos espaço resta para a diversidade institucional e para o autogoverno. Muitas das divisões mais profundas da sociedade são agravadas, não pelas diferenças, mas pela concentração do poder.
Protocolo ARK e Aplicações c/ Matthew Vuk e Carlos
Uma resposta crítica ao consequencialismo de Olav Dirkmaat, em defesa da teoria libertária do direito natural e da Ética da Argumentação de Hans-Hermann Hoppe.
À medida que a tecnologia e a inteligência artificial se tornam mais sofisticadas, é comum acreditar-se que também estão a eliminar a incerteza. Nada poderia estar mais longe da verdade.
É popular supor que o colonialismo explica a maior parte das dinâmicas actuais dos países em desenvolvimento. Mas e se forem, na verdade, as instituições pré-coloniais os verdadeiros factores decisivos?
Sem estatísticas governamentais, o estado ficaria seriamente limitado na sua capacidade de justificar o intervencionismo. Se, por exemplo, o governo não recebesse quaisquer estatísticas acerca da ferrovia, como poderia sequer começar a regular as tarifas dos caminhos-de-ferro, as finanças das companhias ferroviárias e os demais assuntos relacionados?
Economistas como Harold Demsetz e Ronald Coase fundamentaram as suas concepções dos direitos de propriedade no utilitarismo. Murray Rothbard fundamentou as suas na justiça.
Uma oportunidade imperdível em Portugal. Um evento histórico!
A recente encíclica do Papa Leão sobre a Inteligência Artificial faz algumas observações pertinentes, mas também tem algumas fragilidades. A subsidiariedade, e não a regulação, é a única resposta coerente face ao risco da concentração de poder.