De teorias falsas sobre emprego, dinheiro e juro, Keynes destilou uma teoria do capitalismo extraordinariamente errada e a visão de um paraíso socialista erigido a partir de moeda de papel. Além disso, Keynes não ofereceu qualquer teoria da estagnação. Limitou-se a dar um nome pejorativo a um fenómeno perfeitamente normal, como a queda dos preços, de forma a encontrar mais um pretexto para os seus próprios esquemas inflacionistas.
Aqueles que acreditam na economia de mercado livre e desimpedida devem ser especialmente cépticos em relação à guerra e à acção militar. A guerra, afinal, é o programa governamental por excelência.
A visão de Rothbard sobre o sistema internacional baseia-se na sua concepção consistente do estado como uma instituição coerciva, dirigida por uma classe dominante movida pelo interesse próprio.
Como Décadas de Engenharia Social Explicam o Apoio aos Ataques EUA-Israel ao Irão em 2026
Eis a mini-biografia de Lord Keynes por Rothbard, que recorre a toda a investigação moderna para reconstruir a vida e a obra de Keynes de uma forma absolutamente devastadora. Lemos sobre a sua formação escolar, as suas sociedades secretas, as suas associações e patrocinadores políticos — bem como as suas mudanças intelectuais e evasivas ao longo da vida.
A guerra actual é um lembrete oportuno de que as elites governantes dos EUA encaram os contribuintes americanos e os cidadãos comuns como pouco mais que inconvenientes de segundo plano na política externa dos Estados Unidos.
Festejemos o 100º aniversário de uma das maiores figuras intelectuais do séc XX e um dos pilares do libertarianismo! Parabéns, Mr. Libertarian!
O passatempo popular das democracias modernas de punir os diligentes e poupados, ao mesmo tempo que recompensam os preguiçosos, imprevidentes e pródigos, é fomentado pelo estado, concretizando um programa demo-igualitário assente numa ideologia demo-totalitária.
Compelir o bem destrói a sua natureza moral. Quando o Estado força a virtude, retira liberdade e responsabilidade. Como advertia C. S. Lewis, a tirania exercida “para nosso bem” pode ser a mais opressiva de todas.
Na «Teoria Humanitária da Punição», C. S. Lewis alerta: quando a justiça abandona o merecimento e se torna terapia, a liberdade cede à tutela. Punir deixa de ser acto moral e torna-se instrumento de poder.