O populismo rothbardiano propõe uma táctica anti-elite e pró-liberdade: mobilizar maiorias contra o estatismo, desmascarar as elites e apostar na descentralização — sem ceder à ilusão do “mal menor”.
Vamos falar sobre o ataque à liberdade que está a ser perpetrado pela União Europeia e os seus acólitos. Falaremos também sobre as informações reveladas no âmbito do “Caso Epstein”.
O estado moderno não obtém o seu poder do consentimento dos governados. Ao invés, fabrica crises e depois recorre à coerção para exigir obediência, manufactura o caos até que se implore por grilhões.
Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.
Na esteira da Primeira Guerra Mundial, o Papa Pio XI recordou aos seus leitores que os governos instituídos pelos homens nunca podem ser perfeitos, e nem sequer podem ser bons se negligenciarem a lei natural.
À medida que nos embrenhamos nas complexidades da sociedade moderna, torna-se cada vez mais imperativo regressar às obras de Ludwig von Mises.
Alguns sectores da esquerda progressista não se contentam apenas em tentar «salvar o planeta». Querem eliminar por completo a raça humana.
O constitucionalismo dá-nos a expectativa de uma governação segundo regras que todos — desde os governados até aos governantes — se espera que obedeçam. Mas o que acontece se aqueles que governam se isentarem dessas regras?
Vamos falar sobre a campanha eleitoral, antecipando o que poderá acontecer na segunda volta das eleições presidenciais. Também vamos falar sobre as consequências da forte tempestade que afectou o litoral centro de Portugal continental.
Muitos progressistas acreditam que certos tipos de discurso, aquilo a que chamam “discurso de ódio”, deveriam estar sujeitos a sanções penais, incluindo pena de prisão. Murray Rothbard compreendeu que tais leis destruiriam as próprias liberdades.