O populismo rothbardiano propõe uma táctica anti-elite e pró-liberdade: mobilizar maiorias contra o estatismo, desmascarar as elites e apostar na descentralização — sem ceder à ilusão do “mal menor”.

Vamos falar sobre o ataque à liberdade que está a ser perpetrado pela União Europeia e os seus acólitos. Falaremos também sobre as informações reveladas no âmbito do “Caso Epstein”.

Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.

Na esteira da Primeira Guerra Mundial, o Papa Pio XI recordou aos seus leitores que os governos instituídos pelos homens nunca podem ser perfeitos, e nem sequer podem ser bons se negligenciarem a lei natural.

Muitos progressistas acreditam que certos tipos de discurso, aquilo a que chamam “discurso de ódio”, deveriam estar sujeitos a sanções penais, incluindo pena de prisão. Murray Rothbard compreendeu que tais leis destruiriam as próprias liberdades.