Nos últimos anos, muitos começaram a ver a verdade sobre a Reserva Federal Americana e os restantes bancos centrais mundiais. É a altura certa para aprofundar o seu conhecimento sobre este tema que tem um impacto tão profundo na vida de todos, sem excepção.
O Capitalismo, baseado no livre mercado e na propriedade privada, gera produtividade, eleva padrões de vida e beneficia principalmente os mais pobres.
Murray Rothbard é um dos maiores nomes da economia austríaca e do libertarianismo. Ao estudar o seu legado, percebemos imediatamente que Rothbard é um gigante sobre cujos ombros os estudiosos do livre mercado deveriam procurar apoiar-se.
Aqueles que utilizam a doutrina social católica para defender o socialismo esquecem-se da Rerum Novarum do Papa Leão XIII, publicada em 1891, que condenou fortemente o socialismo e defendeu a propriedade privada.
Neste episódio vamos falar sobre as declarações de alguns ilustres liberais acerca da necessidade de cobrar impostos e de que forma os regimes de protecção social podem estar a criar grandes desequilíbrios na nossa sociedade.
Máquinas não destroem riqueza—libertam recursos. Ao aumentar a produtividade, reduzem custos, baixam preços e criam novas oportunidades. O emprego muda, não desaparece.
Há mais de 1.700 anos, o imperador Diocleciano tentou combater a inflação com controlos de preços, penas severas e perseguição a “especuladores”. Murray Rothbard relembra este episódio histórico para mostrar como governos continuam a repetir os mesmos erros monetários e económicos.
Não há maior escravo do que quem julga ser livre. O libertário pode viver sob o Estado, mas recusa a sua legitimidade — e é nessa lucidez que começa, verdadeiramente, a liberdade.
Não é a vida que está mais cara. É o dinheiro que vale menos. Chamam-lhe inflação “normal” para esconder um facto simples: estão a empobrecer-te de forma lenta, previsível e conveniente.
Para Hoppe, o libertarianismo exige abolir o estado e Banco Central. Milei usou a retórica como marketing eleitoral, mas ao manter o Banco Central, ceder ao FMI e negociar, tem provado ser apenas mais um político do sistema.
É importante notar que os estados e aquilo que conhecemos como impostos emergiram gradualmente através da guerra, da conquista, da pilhagem e do tributo. Embora a organização tenha mudado e se tenha formalizado ao longo do tempo, os estados e os impostos não perderam o seu carácter coercivo.
Falámos com a Trácia Valeiras, de Vigo sobre o Colectivo Track e de como esta organização se insere no Movimento Libertário.