A gratuitidade proporcionada pelo estado não é apenas estéril, mas realmente nociva, exactamente o oposto dos bens gratuitos proporcionados por cidadãos livres e responsáveis. A verdade é que a generosidade e a abundância florescem numa economia livre.

A própria existência do estado-nação moderno, bem como a ideologia que o acompanha, é antitética à diversidade linguística.

A economia mainstream está obcecada em “maximizar” as chamadas funções de utilidade e em descobrir a ubíqua “curva de utilidade social”. O Dr. David Gordon desmonta esta fixação pela “utilidade”.