Resumo do capítulo 3 do livro “Economia numa lição” de Henry Hazlitt, onde é rebatida a falácia da «destruição que cria riqueza».
Ralph Raico explora as diferenças entre libertarianismo e conservadorismo, passando pela sua tentativa de reconciliação através do “fusionismo”. Discutindo as contribuições intelectuais de figuras como Frank S. Meyer e M. Stanton Evans, critica ainda as habituais confusões de termos como “conservador” e “liberal” e analisa as noções de tradição e moralidade nos dois movimentos.
Golpe de Estado é o podcast onde um grupo de amigos analisam a Sociedade e ou actualidade sobre um ponto…
Na ciência da acção humana, os efeitos de noções erradas do processo de mercado, particularmente quando dizem respeito a decisões políticas, não devem ser subestimados.
Os burocratas prosperam na ineficiência, perseguindo incessantemente o seu próprio crescimento e prestígio. Enquanto o mercado persegue o lucro através da eficiência, o governo perpetua conflitos e redistribuição, defraudando o público sobre os seus reais custos e benefícios.
O Estado, através do monopólio da força, redefine a coerção como legítima, enquanto inibe a verdadeira liberdade.
Hayek reflecte sobre a importância do sistema de preços como coordenador das acções humanas, elaborando como a interferência governamental distorce esse mecanismo vital e também acerca dos perigos do socialismo para a sociedade.
Ludwig von Mises expõe as consequências económicas da expansão do crédito por parte do sistema bancário, cuja influência na taxa de juro de mercado leva a incorrectas decisões de investimento que mais tarde ou mais cedo terão de ser saneadas.
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De tempos a tempos, como na ficção científica, surge o conceito de “pós-escassez”, propondo a ideia de que a escassez pode ser eliminada. A escassez é inevitável, condição fundamental da relação entre os desejos infinitos do homem e os recursos finitos do universo.