Browsing: Mercado livre

Ao continuarmos a assinalar o centenário do nascimento de Murray Rothbard, recordemos que ele nunca comprometeu os seus princípios e permaneceu fiel à liberdade ao longo da sua, infelizmente, demasiado breve vida.

Bourne definiu a guerra como a manifestação suprema do Estado, o acto máximo de «um grupo nos seus aspectos agressivos».

Um mercado verdadeiramente livre é totalmente incompatível com a existência de um Estado, uma instituição que se arroga a defesa da pessoa e da propriedade ao mesmo tempo que subsiste da coerção unilateral contra a propriedade privada conhecida como tributação.

No Douro, um sistema de planeamento central ao estilo soviético dita as regras. Leis anacrónicas e um cartel imposto pelo Estado estrangulam os pequenos produtores, mantendo os salários baixos e forçando ao êxodo. Até quando se permitirá que este legado corporativista asfixie o futuro da região?

A praxeologia, segundo Mises, estuda a ação humana intencional e seus meios e fins subjetivos. A cataláxia, derivada dessa ciência, analisa o mercado como uma ordem espontânea, fruto da interação entre indivíduos que trocam bens e informações, determinando preços e coordenação social sem controle centralizado.

Se é verdade que os preços são sinais que nos permitem adaptar as nossas actividades a eventos e procuras desconhecidos, é evidentemente um disparate acreditar que podemos controlar os preços.

De Mises a Hayek, a lição é clara: centralizar é destruir. Portugal insiste no vício do ‘pai-estado’ — bancos, TAP, energia, educação, transportes. Mais controlo não traz salvação, só fragilidade. Prosperidade e segurança nascem da liberdade, não da dependência.

Na Galiza, como em muitos outros sítios, há uma forte desconfiança popular contra grandes distribuidores. persistem críticas às margens de lucro, independentemente de venderem caro ou barato.