A guerra apenas destrói; não pode criar. Guerra, carnificina, destruição e devastação temos em comum com as feras predadoras da selva; o trabalho construtivo é a nossa característica distintivamente humana.

Ao continuarmos a assinalar o centenário do nascimento de Murray Rothbard, recordemos que ele nunca comprometeu os seus princípios e permaneceu fiel à liberdade ao longo da sua, infelizmente, demasiado breve vida.

Bourne definiu a guerra como a manifestação suprema do Estado, o acto máximo de «um grupo nos seus aspectos agressivos».

De teorias falsas sobre emprego, dinheiro e juro, Keynes destilou uma teoria do capitalismo extraordinariamente errada e a visão de um paraíso socialista erigido a partir de moeda de papel. Além disso, Keynes não ofereceu qualquer teoria da estagnação. Limitou-se a dar um nome pejorativo a um fenómeno perfeitamente normal, como a queda dos preços, de forma a encontrar mais um pretexto para os seus próprios esquemas inflacionistas.

Aqueles que acreditam na economia de mercado livre e desimpedida devem ser especialmente cépticos em relação à guerra e à acção militar. A guerra, afinal, é o programa governamental por excelência.