As pessoas acreditam comummente que uma sociedade sem uma autoridade política central se dissolverá em caos. Mas um pequeno reino dentro da Espanha existiu pacificamente durante setecentos anos sob o que hoje chamaríamos de anarquia.
Os estatistas denunciam a autodefesa como “vigilantismo”, declarando que apenas os serviços de “defesa” prestados pelo Estado são legítimos. No entanto, a autodefesa sempre foi um direito fundamental.
Um mercado verdadeiramente livre é totalmente incompatível com a existência de um Estado, uma instituição que se arroga a defesa da pessoa e da propriedade ao mesmo tempo que subsiste da coerção unilateral contra a propriedade privada conhecida como tributação.
A palestra de Anxo Bastos em Portugal está agora legendada e com atalhos para os temas, perguntas e bibliografia citada.
Pode parecer invulgar que um economista fale de cultura. Normalmente, falamos de preços e de produção, de quantidades produzidas, de emprego, da estrutura da produção, de recursos escassos, e de empreendedorismo.
Neste episódio vamos falar sobre os resultados da 1ª volta das eleições presidenciais. Como é habitual, vamos também falar sobre outros assuntos da actualidade, sempre numa perspectiva libertária.
Os economistas consideram a probabilidade central para a análise económica, mas, como escreveu Ludwig von Mises, a acção económica envolve acontecimentos únicos e intencionais, e não acontecimentos aleatórios.
George H. Smith substitui “direitos processuais” por procedimentos derivados da não-agressão, em que agências de justiça assumem o risco restitutório e sinalizam publicamente que a força usada é reparadora, não invasiva.
A. Mitchell Innes — pioneiro do cartalismo — escreveu um opúsculo, «What Is Money?» (1913), que encontrou em J. M. Keynes um leitor receptivo, crédulo e ideologicamente alinhado.
Cada crise económica provocada pelo dinheiro fácil traz consigo uma «solução» de… ainda mais dinheiro fácil. Este padrão não constitui apenas uma ameaça à economia, mas à própria liberdade.