Eis a mini-biografia de Lord Keynes por Rothbard, que recorre a toda a investigação moderna para reconstruir a vida e a obra de Keynes de uma forma absolutamente devastadora. Lemos sobre a sua formação escolar, as suas sociedades secretas, as suas associações e patrocinadores políticos — bem como as suas mudanças intelectuais e evasivas ao longo da vida.
A guerra actual é um lembrete oportuno de que as elites governantes dos EUA encaram os contribuintes americanos e os cidadãos comuns como pouco mais que inconvenientes de segundo plano na política externa dos Estados Unidos.
Festejemos o 100º aniversário de uma das maiores figuras intelectuais do séc XX e um dos pilares do libertarianismo! Parabéns, Mr. Libertarian!
O passatempo popular das democracias modernas de punir os diligentes e poupados, ao mesmo tempo que recompensam os preguiçosos, imprevidentes e pródigos, é fomentado pelo estado, concretizando um programa demo-igualitário assente numa ideologia demo-totalitária.
Compelir o bem destrói a sua natureza moral. Quando o Estado força a virtude, retira liberdade e responsabilidade. Como advertia C. S. Lewis, a tirania exercida “para nosso bem” pode ser a mais opressiva de todas.
Na «Teoria Humanitária da Punição», C. S. Lewis alerta: quando a justiça abandona o merecimento e se torna terapia, a liberdade cede à tutela. Punir deixa de ser acto moral e torna-se instrumento de poder.
O populismo rothbardiano propõe uma táctica anti-elite e pró-liberdade: mobilizar maiorias contra o estatismo, desmascarar as elites e apostar na descentralização — sem ceder à ilusão do “mal menor”.
Vamos falar sobre o ataque à liberdade que está a ser perpetrado pela União Europeia e os seus acólitos. Falaremos também sobre as informações reveladas no âmbito do “Caso Epstein”.
O estado moderno não obtém o seu poder do consentimento dos governados. Ao invés, fabrica crises e depois recorre à coerção para exigir obediência, manufactura o caos até que se implore por grilhões.
Os estatistas gostam de afirmar que os serviços governamentais seriam melhores se estivessem “plenamente financiados”. Contudo, dada a sua natureza, os serviços governamentais serão sempre considerados “subfinanciados”, independentemente da quantidade de dinheiro que os políticos lhes destinem.