A gratuitidade proporcionada pelo estado não é apenas estéril, mas realmente nociva, exactamente o oposto dos bens gratuitos proporcionados por cidadãos livres e responsáveis. A verdade é que a generosidade e a abundância florescem numa economia livre.

A própria existência do estado-nação moderno, bem como a ideologia que o acompanha, é antitética à diversidade linguística.