A economia mainstream está obcecada em “maximizar” as chamadas funções de utilidade e em descobrir a ubíqua “curva de utilidade social”. O Dr. David Gordon desmonta esta fixação pela “utilidade”.
Da perspectiva do estado, a sociedade ideal é composta por pais solteiros a criar um pequeno número de filhos em lares irreligiosos.
Livro co-editado pela Oficina da Liberdade.
O Estado Novo, que dominou a política portuguesa durante mais de 40 anos, era firmemente anticapitalista. Já passaram 50 anos desde a queda do Estado Novo, mas o pensamento anticapitalista continua dominante entre as elites governantes de Portugal.
Jerónimo Fernandes e o lançamento do livro “50 vezes 25 de Novembro – 32 olhares sobre o caminho da liberdade”. Vamos também falar das várias posições sobre o 25 de Novembro e do seu impacto na nossa vida política e social.
Será o minarquismo um antídoto para o estatismo e socialismo crescentes que infectam o nosso corpo político? Pense-se nele como um “estatismo light”.
Há um tema recorrente na discussão com libertários: os não-libertários quase inevitavelmente qualificam as nossas ideias de infantis e falam-nos num tom condescendente. Numa palavra, tornam-se paternalistas.
Os economistas mainstream e outros falam do Índice de Preços no Consumidor como a medida da inflação. Todavia, o IPC não é mais do que uma média ponderada de números inseridos numa fórmula arbitrária. É tempo de pôr fim, de uma vez por todas, a esta farsa estatística.
Neste episódio vamos falar sobre vários assuntos que têm marcado a actualidade, sempre do ponto de vista libertário:
O andamento da guerra na Ucrânia e o ímpeto das “elites europeias” para nos lançar para uma guerra que não nos diz respeito.
Como a greve geral está a ser utilizada como prova de vida dos partidos de esquerda e também como forma de pressão ao governo para aumentar a remuneração e o nível de vida dos funcionários públicos.
A continuação de uma campanha eleitoral com candidatos maus e outros ainda pior.
O “Orçamento de Estado”, as novas regras sobre igualdade salarial, regras de indumentária, rescaldo das autárquicas, mais uma derrapagem orçamental no Hospital Oriental de Lisboa, as conclusões mais recentes do relatório do Elevador da Glória, etc.
No Douro, um sistema de planeamento central ao estilo soviético dita as regras. Leis anacrónicas e um cartel imposto pelo Estado estrangulam os pequenos produtores, mantendo os salários baixos e forçando ao êxodo. Até quando se permitirá que este legado corporativista asfixie o futuro da região?