O estado moderno não obtém o seu poder do consentimento dos governados. Ao invés, fabrica crises e depois recorre à coerção para exigir obediência, manufactura o caos até que se implore por grilhões.
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O constitucionalismo dá-nos a expectativa de uma governação segundo regras que todos — desde os governados até aos governantes — se espera que obedeçam. Mas o que acontece se aqueles que governam se isentarem dessas regras?
A democracia moderna concentra o poder e destrói a autodeterminação individual. Só a soberania do indivíduo pode restaurar a verdadeira liberdade e o autogoverno.
A anarquia já existe no âmbito político e é razoavelmente estável.
O poder não se baseia em nada para além do consentimento das pessoas que se submetem.
As classes dominantes insistem que um país com um governo democrático é também um país livre. No entanto, as democracias também podem ser tirânicas e despóticas. Afinal, em última análise, uma democracia é dois lobos e uma ovelha a votar sobre o que vai ser o jantar.
As palavras de ordem entre os progressistas nesta época eleitoral são: “Está em jogo nada menos do que a nossa democracia”. Na verdade, a democracia em si não está em perigo, mas pode dizer-se com exactidão que a “democracia”, tal como é praticada na Europa, põe em perigo as nossas vidas.
Tanto para Locke como para Montesquieu, a propriedade privada era mais fundamental do que qualquer “direito” político, o que exigia limitações prudenciais sobre quem poderia votar.
Auron MacIntyre tem acumulado seguidores nos círculos conservadores. David Gordon observa que, embora MacIntyre apresente alguns pontos relevantes acerca de governação, tem muito a aprender sobre o funcionamento dos mercados livres.
A ilusão da democracia ocidental persiste, camuflando uma minoria opressora sob a bandeira da “vontade do povo”. A verdadeira liberdade desvanece-se, revelando um sistema que perpetua a oligarquia escondida.