Murray Rothbard discute a questão da justiça numa sociedade libertária, abordando a eficácia dos tribunais privados em comparação com os monopólios estatais. Examina como disputas podem ser resolvidas sem estado, enfatizando a importância da arbitragem privada. Sugere um sistema onde decisões de arbitragem são respeitadas e oferece maneiras de financiar esses serviços legais.

A secessão, que está no cerne da livre iniciativa e da autodeterminação, é desde há muito sinónimo de libertarianismo, remontando pelo menos a Lysander Spooner. No século XX, Frank Chodorov continuou esta tradição, e nós devemos continuar a fazer o mesmo hoje.

Neil DeGrasse Tyson lidera um perigoso movimento anti-intelectual que confunde ciência com cientismo, na tentativa de promover soluções impostas pelo governo.

Thomas Hill Green, filósofo do século XIX, defende que o Estado deve facilitar a cidadania virtuosa, contestando o direito natural de Locke. Ele vê o Estado como necessário, embora sua argumentação apresente lacunas evidentes.

A oferta, a procura e os preços afectam a utilização humana dos recursos naturais de tal forma que os recursos mais escassos e valorizados são economizados e preservados. O efeito prático é que os recursos valiosos nunca se esgotam de facto

Nos Estados Unidos, tal como na Europa, o advento da cidadania nacional (por oposição à cidadania local) reflectiu e alimentou o crescimento e a centralização do poder generalizado do Estado.
Além disso, o controlo centralizado da cidadania nacional ajudou a extinguir lealdades e ligações a outras instituições fora do Estado.